Universidade de Coimbra



Legenda: Com mais de 700 anos de história, foi classificada recentemente como Património Mundial da UNESCO


Ao assinar o “Scientiae thesaurus mirabilis”, datado de 1290, o rei D. Dinis criava a mais antiga universidade do país e uma das mais antigas em todo o mundo. Um século depois do nascimento da nação, germinava a Universidade de Coimbra. Começa a funcionar em Lisboa e em 1308 é transferida para Coimbra, alternando entre as duas cidades até 1537, quando se instala definitivamente na cidade do Mondego. Inicialmente confinada ao Palácio Real, a Universidade espraiou-se por Coimbra, modificando-lhe a paisagem, tornando-a na cidade universitária. Com mais de sete séculos, a Universidade de Coimbra conta com um património material e imaterial único, peça fundamental na história da cultura científica europeia e mundial. Um património classificado, recentemente, Património Mundial da UNESCO.

 http://worldheritage.uc.pt/ - http://visit.uc.pt/

 


 

 

Jardim Botânico

 


Legenda: O Jardim Botânico no coração da cidade, reúne a maior coleção de plantas do mundo em Portugal


O Jardim Botânico é um espaço verde no centro de Coimbra de elevado valor natural e científico. É considerado um dos jardins botânicos mais conceituados a nível mundial, que permite aos visitantes uma ligação perfeita entre a natureza e a ciência e uma viagem aos quatro cantos do planeta, pela diversidade da fauna existente no jardim. Traçado à maneira italiana, o jardim ocupa uma área com cerca de 13,5 hectares e é cercado de um esplendoroso gradeamento de ferro e bronze. Divide-se em dois grandes espaços: o primeiro ocupa uma área mais elevada com intervenção arquitetónica, constituída por diversos patamares, escadarias e avenidas, onde se destaca o “Quadrado Central” criado no séc. XVIII, o núcleo do Jardim. Esta zona mais elevada tem seis pisos, e possui, entre muitos outros elementos patrimoniais, a notável Alameda das Tílias e coleções de plantas de diferentes regiões do mundo. O segundo espaço é constituído pela Mata, constituída essencialmente por espécies exóticas. Foi o botânico Avelar Brotero, homenageado com uma singular estátua em mármore de estilo neoclássico erigida no Portão Principal, quem muito lutou pelo crescimento do Jardim, tendo reunido a maior coleção de plantas do mundo a visitar em Portugal.

http://www.uc.pt/jardimbotanico

 


 

 

Penedo da Saudade

 


Legenda: É um recanto inspirador para poetas e escritores


Situado num penedo com 50 metros de altura, o Penedo da Saudade é um dos mais belos miradouros de Coimbra. Neste espaço romântico e paradisíaco, é possível avistar a parte oriental da cidade que se espraia até ao rio Mondego. Distribuindo-se por diferentes patamares, num excelente aproveitamento da topografia, o jardim é um espaço repleto de recantos românticos e tranquilos, que homenageia algumas figuras de vulto da cultura portuguesa, como os poetas João de Deus e António Nobre e o escritor Eça de Queirós. Verdadeiro ex-libris da cidade, o Penedo da Saudade está profundamente ligado à cultura coimbrã e à sua academia, com inúmeras placas comemorativas de eventos académicos e reuniões de curso. As placas mais antigas datam de 1855 e estão espalhadas por diversos pontos do Jardim. É de visita obrigatória a “Sala dos Cursos” e a “Sala dos Poetas”. Nos recantos do jardim existem bancos, muitos deles escavados ou integrados nos afloramentos de grés, que convidam os visitantes ao repouso e à reflexão. Os amantes da botânica podem admirar alguns exemplares da flora autóctone.

http://www.turismodecoimbra.pt/company/penedo-da-saudade/

 


 

 

Sé Velha

 


Legenda: É na escadaria da Sé Velha que os estudantes assistem anualmente à Serenata Monumental, ouvindo o típico fado de Coimbra 


A Sé Velha foi edificada no século XII, sob a orientação do Mestre Roberto que dirigia, ao mesmo tempo, a construção da Sé de Lisboa. Igreja românica construída em calcário amarelo, a Sé de Coimbra é constituída por três naves e um claustro, construído, posteriormente, no século XIII. O majestoso monumento está implantado a meia encosta, entre a Alta (Universidade de Coimbra) e a Baixa de Coimbra (ruas de comércio tradicional). Sofreu várias intervenções e remodelações, ganhando relevo a campanha de obras do início do século XVI e os trabalhos de execução da Porta Especiosa, na sua lateral, de carácter renascentista, cuja autoria é atribuída ao arquiteto João de Ruão e ao escultor Nicolau Chanterenne. No interior da igreja, a cabeceira, a torre-lanterna sobre o cruzeiro, os túmulos medievais e os azulejos sevilhanos quinhentistas são verdadeiras ‘relíquias’.

http://worldheritage.uc.pt/pt/#sevelha/

 


 

 

Igreja de Santa Cruz | Panteão Nacional

 


Legenda: É na Igreja de Santa Cruz, também designada de Panteão Nacional, onde se encontram os túmulos dos primeiros Reis de Portugal

 

Iniciado em 1131, por ordem de D. Afonso Henriques, o mosteiro de Santa Cruz foi entregue à ordem dos Cónegos Regrantes de St.º Agostinho. De entre os notáveis que frequentaram a escola do Mosteiro, destaca-se o próprio Santo António que, em Coimbra, integrou as ordens de S. Francisco. A igreja é românica e, das obras promovidas pelo Rei D. Manuel I, destacam-se as abóbadas atribuídas ao mestre Boitaca, ou o notável cadeiral manuelino, de 1513, e cujo coroamento é alusivo aos descobrimentos Portugueses. Merece igual destaque a execução dos jacentes dos túmulos reais por Nicolau Chanterenne, em estilo renascentista, tendo sido também obra deste mestre o Claustro do Silêncio. A fachada do mosteiro exibe elementos estruturais românicos conjugados com a decoração do portal, do século XVI. O Arco Triunfal na frontaria remonta ao século XIX. Os primeiros reis de Portugal - Afonso Henriques e Sancho I - repousam em majestosas arcas tumulares, na capela-mor da igreja, hoje Panteão Nacional.

http://www.centerofportugal.com/pt/mosteiro-de-santa-cruz-de-coimbra/

 


 

 

Museu Machado de Castro

 


Legenda: O museu é rico em Arte Sacra medieval e guarda o criptopórtico da Aeminium, a Coimbra romana que remonta a meados do séc. I


O Museu Nacional de Machado de Castro localiza-se no antigo Paço Episcopal de Coimbra, tendo sido classificado como Monumento Nacional em 1910. Abriu ao público em 1913, ocupando os edifícios que, do século XII ao século XVIII, foram construídos para residência episcopal. São notáveis os vestígios do claustro do período “condal” (c. 1100-c. 1140) e o criptopórtico datado do séc. I, que constitui a mais importante construção romana conservada em Portugal. O acervo integra essencialmente os bens das extintas casas religiosas da região com escultura, pintura, cerâmica e têxteis. A escultura monocromática ou polícroma em madeira e pedra ocupa lugar cimeiro, trabalho das melhores oficinas flamengas e das escolas portuguesas desde a Idade Média ao século XVIII. A designação do museu é uma homenagem ao conimbricense que foi escultor régio nos reinados de D. José, D. Maria I e D. João VI e o mais notável representante da escultura portuguesa do século XVIII.

http://www.museumachadocastro.pt/pt-PT/museu/ContentDetail.aspx?id=629 

 


 

 

Torre D’Anto e Palácio Sub-Ripas

 


Legenda: A Torre D’Anto é de origem medieval, tendo a fachada sido conservada quase inalterada


A Torre D’Anto, de origem medieval, encontrava-se integrada na antiga cerca de Coimbra, sendo então conhecida como Torre do Prior do Ameal. No início do séc. XVI, sofreu uma grande remodelação, tendo sido conservada a fachada. A sua designação atual prende-se com o facto de aqui ter vivido, nos finais do séc. XIX, o poeta António Nobre (1867-1900).

O Palácio de Sub-Ripas é constituído por dois corpos distintos, designados a "Casa de Cima" ou Casa do Arco e a "Casa de Baixo" ou Casa da Torre, sendo um magnífico Portal manuelino, da primeira metade do século XVI. São notáveis as largas dezenas de baixos-relevos que ostenta nas paredes exteriores, e que, pelo estilo e técnica, se podem atribuir à oficina de João de Ruão. No edifício funcionam atualmente alguns serviços do Instituto de Arqueologia da FLUC, que não está aberto ao público, podendo somente ser visitado no seu exterior.

 http://worldheritage.uc.pt/pt/#palaciosubripas/

 


 

 

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

 


Legenda: o Mosteiro foi residência monástica da rainha após a morte de D. Dinis e durante 11 anos


O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha está associado de forma incontornável à Rainha Santa Isabel, esposa do rei D. Dinis e padroeira da cidade. Foi durante cerca de 11 anos e após a morte do rei sua monástica residência. A primeira fundação do mosteiro remonta a 1283, por iniciativa de Dona Mor Dias, uma nobre e abastada senhora recolhida no Mosteiro de São João das Donas, anexo ao mosteiro masculino de Santa Cruz. Esta fundação primitiva ligada à ordem de Santa Clara originou tantos litígios que o mosteiro acabou por ser extinto em 1311.
Foi a própria Rainha D. Isabel que, três anos depois, decidiu reinstalar as clarissas em Coimbra, tendo obtido licença da Santa Sé, assinada a 10 de Abril de 1314. A construção do novo mosteiro de clarissas de Coimbra passou a ser protegida e patrocinada pela rainha que se empenhou pessoalmente nesta causa. As Clarissas foram posteriormente transferidas para o Convento de Santa Clara-a-Nova, devido às constantes inundações do rio, tendo o monumento permanecido submerso durante séculos e sendo apenas visível o piso superior.

http://www.turismodecoimbra.pt/company/mosteiro-de-santa-clara-a-velha/

 


 

 

Torre e Arco de Almedina



Legenda: O Arco e a Torre de Almedina foram outrora centro político da cidade de Coimbra


O Arco de Almedina, o Arco de Barbacã e a torre de vigia altaneira faziam parte do complexo de defesa de Coimbra, que remonta a 137 a.C., quando os romanos (Júlio Bruto) construíram a acrópole e a cintura de muralhas apoiadas em torres, a envolver a Aeminium. O Arco Pequeno, também conhecido por Arco da Barbacã, na subida da rua Ferreira Borges para a Alta, terá sido construído no século IX, calcula-se durante os reinados de D. Afonso III e D. Dinis. Nos séculos XIV e XV, a Torre de Almedina transforma-se em centro do poder político municipal, passando a ser a Casa de Audiência da Câmara. No cimo, ainda hoje se conserva o velho sino que soava anunciando as sessões da Câmara, dava as horas de manhã e ao abrir e encerrar das portas da cidade, tocando a rebate pela peste e outros acontecimentos funestos. No séc. XVI e XVII, a Torre aparece descrita com a configuração que ainda hoje se lhe reconhece. Foi classificada em 1910 como Monumento Nacional, e guarda hoje o Arquivo Histórico Municipal. 

https://www.cm-coimbra.pt/areas/visitar/ver-e-fazer/monumentos/torre-e-arco-de-almedina

 


 

 

Sé Nova



Legenda: A Sé Nova era a antiga igreja do Colégio Companhia de Jesus em Coimbra 


A sé Nova, outrora Igreja do Colégio da Companhia de Jesus, foi projetada por Baltazar Álvares, arquiteto oficial dos jesuítas dos finais século XVI, que se inspirou na igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. Começou a ser construída em 1598 e somente em 1640 se dá a sagração, iniciando-se o culto, tendo sido inaugurada como templo só em 1698. A fachada, do ponto de vista arquitetónico, comporta duas correntes, a parte inferior é marcadamente maneirista, destacando-se quatro estátuas de santos jesuítas - Santo Inácio, S. Luís Gonzaga, S. Francisco Xavier e S. Francisco de Borja. A parte superior, só concluída no século XVIII, é barroca, da qual se destacam as armas da nação e dois santos com o dobro do tamanho natural - S. Pedro e S. Paulo. Em 1759, a Igreja foi abandonada pelos Jesuítas, durante o governo do Marquês de Pombal, e, em 1772, os cónegos da Sé Velha foram transferidos para a a Igreja dos jesuitas, passando então a chamar-se Sé Nova.

http://www.centerofportugal.com/pt/se-nova/

 


 

 

Quinta das Lágrimas

 


Legenda: Reza a lenda que a bela Inês foi morta junto à fonte das Lágrimas por ordem do Rei D. Afonso IV


A Quinta das Lágrimas é um palácio do século XVIII que foi, durante séculos, um santuário privado de família por onde passaram Reis e Imperadores. É atualmente um hotel de quatro estrelas, instalado num local aprazível, rodeado de natureza, com charme, história e tranquilidade. Foi nos jardins e na Fonte dos Amores e Fonte das Lágrimas da Quinta das Lágrimas, mandados construir pela Rainha Santa Isabel, que no século XIV se viveram os amores proibidos do Príncipe herdeiro Pedro por uma linda donzela galega chamada Inês de Castro, dama de companhia da Rainha Constança, esposa de D. Pedro. Reza a lenda que foi aqui que a linda Inês foi morta a mando do pai de seu amante, o Rei Afonso IV, e que seu sangue então derramado ainda hoje mancha de vermelho as pedras da Fonte das Lágrimas.

http://www.centerofportugal.com/pt/quinta-das-lagrimas/

 


 

 

Portugal dos Pequenitos

 


Legenda: O Portugal dos Pequenitos foi mandado construir pelo Professor Bissaya Barreto


Retrato vivo da portugalidade e da presença portuguesa no mundo, o Portugal dos Pequenitos é ainda hoje uma referência histórica e pedagógica para muitas gerações. Foi idealizado pelo Professor Bissaya Barreto e projetado pelo arquiteto Cassiano Branco, tendo sido inaugurado a 8 de Junho de 1940. O parque lúdico representa, de forma pormenorizada e numa escala reduzida, uma série de exemplares da Arquitetura e da História de Portugal (monumentos de Portugal, como a Universidade de Coimbra, casas de arquitetura popular, edifícios localizados nos Países de Língua Oficial Portuguesa, e os museus do Traje, da Marinha e do Mobiliário). O parque concebido especialmente para as crianças, localiza-se na cidade de Coimbra é o mais antigo do país e certamente um dos mais antigos do Mundo.

http://www.portugaldospequenitos.pt/

 


 

 

 

Convento de Santa Clara-a-Nova / Igreja Rainha Santa

 


Legenda: Fundado no século XVII, o conjunto monástico constituído pelo mosteiro, igreja e claustro, veio substituir o mosteiro primitivo


O conjunto monástico, iniciado em 1649, veio substituir o primitivo Mosteiro de Santa Clara-a-Velha que o leito do rio Mondego havia arruinado. Com o agravamento das condições de habitabilidade no mosteiro primitivo, a 29 de Outubro de 1677, a nova construção, inacabada, recebia as religiosas Clarissas, fiéis depositárias dos despojos sagrados da Rainha Santa Isabel, transportadas em solene procissão por alguns prelados portugueses. Situados no monte de Nossa Senhora da Esperança, os edifícios são em estilo barroco, sóbrio e utilitário, ponteado por torreões. Na igreja, guarda-se, no retábulo da capela-mor, a urna de prata e cristal, de estilo maneirista do séc. XVII, onde é venerado o corpo da Rainha Santa Isabel. As obras seriam finalizadas nos finais do século XVIII, com a conclusão do claustro, um dos maiores do país, de 1733, e classificado como Monumento Nacional em 1910, juntamente com a igreja. Ornamentada por múltiplas estruturas de talha dourada e policromada, a igreja guarda no seu interior o fascinante túmulo primitivo em pedra, executado por Mestre Pêro em 1330, encontra-se visitável no coro baixo da igreja.

https://www.rainhasantaisabel.org/index.php?option=com_content&view=article&id=113&Itemid=55

 

 

 


 

 

Parque Verde do Mondego

 


Legenda: O parque verde do Mondego veio reaproximar população com o Mondego


O Parque Verde do Mondego é um bonito espaço verde que foi inaugurado em 2004, após um arrojado projeto de requalificação paisagística do rio Mondego e zona ribeirinha, numa frente de quase três quilómetros, que se encontrava muito degradada. O projeto, assinado pelo arquiteto Camilo Cortesão, integrou uma ampla zona para restauração, com esplanadas, cafés, bares e restaurantes, uma vasta zona de passeio e de atividades ao ar livre, e ainda, na outra margem, uma zona dedicada aos desportos náuticos e de manutenção, com um parque de merendas para a prática desportiva, aproximando a Cidade ao seu Rio Mondego. A fruição da deslumbrante paisagem é maior com a ligação entre as duas margens através da Ponte Pedonal Pedro e Inês, da autoria de Adão da Fonseca e Cecil Balmond. O espaço verde possui uma ciclovia e, na sua margem Esquerda, foi requalificada uma zona e denominada “Praça da Canção”, onde anualmente se realiza a festa dos estudantes mundialmente conhecida pelas suas seculares tradições e praxes académicas - a Queima das Fitas.

http://www.centerofportugal.com/pt/o-parque-verde-do-mondego/

 


 

 

Exploratório Infante D. Henrique

 


Legenda: O Exploratório é um centro de ciência interativo de aprendizagem informal complementar à escola


O Exploratório Infante D. Henrique, situado na margem Esquerda do Mondego, em Coimbra, é um centro interativo de ciência, de aprendizagem informal complementar à escola, e que procura ilustrar como a ciência pode ser acessível e interessante. O Exploratório foi recentemente alvo de ampliação com a construção de novo edifício, e uma exposição interativa que apenas ficou esboçada na 1.ª fase do equipamento, que foi inaugurada em 2008 no Parque Verde do Mondego. Intitulada “Em boa forma com a ciência”, a exposição conta com novos módulos interativos que dão a conhecer o funcionamento do corpo humano e a relação entre a ciência e a saúde. O projeto contempla também o espaço definitivo de um planetário.

http://www.exploratorio.pt/

 


 

 

Fórum de Coimbra

 


Legenda: O Forum de Coimbra oferece ao visitante uma deslumbrante paisagem sobre a cidade e o rio 


O Fórum Coimbra é a maior superfície comercial da região, ocupa uma área bruta de 48 mil metros quadrados. Com uma arquitetura arrojada, o fórum foi projetado pela Broadway e Malyan, a sua arquitetura auferiu-lhe diversos prémios internacionais. Com mais de uma centena de lojas distribuídas por três pisos comerciais, repletos de luz e janelas para a cidade, seis salas de cinema, os consumidores podem fazer as suas compras, beneficiando dos mais elevados padrões de comércio internacional, com cosmopolitismo, requinte e diversidade. Dotado com uma ampla área de restauração, no centro comercial, o visitante pode disfrutar de uma das mais completas e deslumbrantes paisagens sobre a cidade e o rio.

http://www.forum-coimbra.com/

 


 

 

Praça da Canção

 


Legenda: É na Praça da Canção que se realiza anualmente a festa dos estudantes Queima das Fitas


É na Praça da Canção onde se realiza todos os anos as famosas Noites do Parque da Queima das Fitas, festa dos estudantes da Universidade de Coimbra.


 


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